29 de setembro de 2010
14 de junho de 2010
A falsidade e o fingimento começam a deixar-me doente.
Por mais que as pessoas tentem disfarçar isso não funciona. Não sou burra e para estas coisas, muito menos. Tenho um certo talento para apanhar estas coisas no ar que me deixam com a pulga atrás da orelha.
Nestes momentos, o que mais me sustem são as pessoas que considero meus pilares.
Mas desta vez nem esses pilares se safam. Se confiamos tanto em certas pessoas e se elas nos conhecem tão bem, porque é que se baixam ao mesmo nivel das que não significam nada para nós em vez de nos dizerem as coisas de uma vez por todas?
Não gosto que me escondam coisas, nunca gostei. Posso não ter nada a ver com isso... Mas porque é que me escondem isso, então?
Numa vida passada devo ter sido uma grande puta e agora devo estar a pagar por isso, só pode.
Estou farta. Vou emigrar. Vou procurar outros pilares que estes estão velhos e qualquer dia, ao minimo tremer, quebram em mil pedaços.
1 de junho de 2010

Os meus braços são como receios,
as minhas pernas, medos,
o meu tronco, ansiedades,
e a minha cabeça, essa, é toda incertezas.
Incertezas, de que talvez não seja mais o que procuras.
Ansiedades, de te ter novamente a meu lado.
Medo, de que os meus 'monstros' interiores voltem a atormentar-me.
E receios de que me deixes...
Provocas em mim um sentimento de dor há muito adormecido. Um sentimento de dor e de medo.
Medo de te perder, medo de me rejeitares.
Procuro até ao ínfimo promenor por um sinal de que não é verdade. Não pode ser.
Dizes que me amas, por alguma razão deves dizê-lo. Não acredito que o digas só por dizer.
A verdade é que, neste momento, os papéis se inverteram.
Todos os medos e receios que tu antes sentiste instalam-se agora em mim.
Os teus passaram. Passaram porque nunca quis nada além de ti. Sempre te quis apenas a ti.
Não sei se sou capaz de te dar tudo o que queres e precisas. Tenho medo que tudo o que te dou não chegue.
Apenas com um olhar teu sou outra pessoa completamente diferente.
Dás sentido à minha vida e cor aos meus dias.
As horas parecem todas iguais quando não estás presente.
São apenas segundos, que se transformam em minutos, que se transformam em horas, em dias, em semanas...
Os minutos parecem já gastos enquanto aguardo uma mensagem tua.
Sinto cada segundo a não querer passar enquanto espero.
No entanto, parecem voar quando te vejo.
Voam quando te toco, quando te beijo, quando te tenho junto a mim.
Nunca fui boa com despedidas. Principalmente quando não me quero despedir.
Sempre que te vejo partir levas contigo um pedaço de mim.
Levas sempre mais um bocadinho de cada vez que vais e, quando o fazes, sinto o meu coração a partir.
Parte-se em mil bocados para que, quando voltares, possas levar mais um bocado contigo.
Ana Laura
19 de maio de 2010
14 de maio de 2010
11 de maio de 2010
Há 8 meses atrás estava eu toda nervosa, a ansiar pelas 4 horas da tarde, hora a que ia ter contigo.Foi um dos dias em que tive mais medo, certamente. Tive medo de me rejeitares, medo de não quereres estar comigo, medo de não dar certo... 8 meses depois tenho a certeza que és a pessoa certa para mim, que te quero e que és tudo o que eu preciso.
Amo-te meu João. :)
3 de maio de 2010
Nunca te esqueças que estou aqui para te ajudar e apoiar. Sempre estive e nunca vou deixar de estar. Tenho pena de não te poder abraçar e mostrar-te que estou preocupada contigo. Mandar-te uma mensagem, para mim, não demonstra um bocadinho da preocupação que tenho por ti.
Espero que encontres força nas pessoas que não se esquecem de ti e que te apoiam.
Não te vás abaixo agora. Sê forte, pelos que te querem bem e por ti, principalmente.
Provavelmente é das maiores dores que se podem sentir na vida, mas tens de ultrapassar da melhor maneira que encontrares, se é que existe uma.
Devia ser proibido uma pessoa perder a mãe. A mãe é tudo, basicamente. A mãe é amor, é carinho, é zangas, é diversão, é companheirismo... A mãe é tudo. Sim, é mesmo tudo.
Nuno, estou aqui, sabes que sim.
12 de abril de 2010
Sou capaz de ficar com a cabeça à roda por causa de um tipo bem-parecido, tal como as outras raparigas. Mas os homens sensuais não me impressionam. Os inteligente sim; a força de carácter impressiona-me. E, acima de tudo, impressiona-me a bondade. A bondade, julgo, resulta de aprendermos bem lições difíceis, de cairmos e nos tornarmos a levantar. Resulta de sobreviver ao fracasso e à perda. Sugere uma compreensão da condição humana, desculpa as suas muitas imperfeições e pelicularidades. Quando vejo isso em alguém, encho-me de admiração. Vi-o nele.
Lisa Unger, in Belas Mentiras.
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